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Cinto Balonê: quando o acessório ganha protagonismo

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Se você ainda não reparou nele, prepare-se: o cinto balonê chegou para chamar atenção e não pretende passar despercebido.

Tem tendência que entra no look discretamente, quase pedindo licença. E tem aquela que chega, bate na porta, entra sem cerimônia e diz: “Agora quem manda aqui sou eu!”. O cinto balonê está mais para a segunda opção. 

Com seu formato arredondado, volumoso e cheio de presença, ele aparece como uma das apostas para atualizar produções e, de quebra, brincar com a silhueta. A ideia é simples: marcar a cintura, criar volume e transformar um acessório que muitas vezes era apenas funcional em protagonista da produção.

E talvez esteja justamente aí a graça.

Um vestido básico pode ganhar outra leitura com um cinto balonê. Uma camisa oversized pode ficar muito mais interessante quando a cintura aparece. Um blazer pode ganhar uma nova proporção. Até aquela combinação de jeans e camiseta pode deixar de ser “só mais um look” quando o acessório entra em cena.

Mas existe uma palavrinha importante quando falamos desse modelo: proporção.

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Como ele tem volume, é preciso observar o conjunto. Quanto mais volumoso for o cinto, mais interessante pode ser equilibrá-lo com peças que permitam que ele apareça. E o lugar onde ele é colocado também muda completamente o resultado. Na cintura, ele cria uma silhueta mais marcada. Um pouco mais baixo, produz outra leitura de corpo e de estilo.

Ou seja: não existe uma única maneira correta de usar.

E essa é uma das coisas que mais gosto na moda. Uma tendência pode ser a mesma, mas a forma como cada mulher a incorpora ao próprio estilo é que faz toda a diferença.

Mas será que ele é para todo mundo?

Aqui entra aquele pequeno detalhe que muita gente esquece quando vê uma tendência bombando nas redes sociais: não precisamos gostar de tudo que está na moda.

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O cinto balonê é um acessório de bastante presença. Se você gosta de chamar atenção para a região da cintura, ele pode ser um excelente recurso de styling. Se prefere uma imagem mais discreta, talvez um modelo com menos volume ou uma proposta diferente de cinto faça mais sentido.

E está tudo certo.

Moda não deveria ser uma lista de obrigações. Deveria ser uma ferramenta para comunicar quem somos.

Por isso, antes de comprar qualquer tendência que apareceu no seu feed, vale fazer três perguntas:

Isso combina com o meu estilo?

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Eu consigo imaginar pelo menos três maneiras de usar essa peça ou acessório com o que já tenho?

Isso faz sentido para a minha vida real?

Se a resposta for sim, aí temos uma tendência que vale experimentar.

E o cinto balonê pode ser justamente aquele detalhe capaz de tirar uma produção do lugar comum sem precisar renovar o guarda roupa inteiro.

Afinal, às vezes não falta roupa no armário. Falta olhar para as possibilidades que já existem nele.

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E, se o cinto balonê quiser aparecer um pouquinho mais do que o restante do look, deixe. Desta vez, ele tem todo o direito de ser o protagonista.

Porque estilo não é sobre seguir todas as tendências. É saber escolher aquelas que contam a história certa sobre você.

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