Notícias
Casa do Tiaminho promove tradicional Festa Junina celebrando a cultura popular com apresentações, brincadeiras e integração entre os atendidos
EMBU DAS ARTES (SP) – A Casa do Tiaminho realizou, no último dia 19 de junho, sua tradicional Festa Junina, reunindo crianças, colaboradores e voluntários em uma tarde marcada pela confraternização, cultura e fortalecimento dos vínculos comunitários. O evento aconteceu na sede da instituição, em Embu das Artes, na Região Metropolitana de São Paulo.
A programação contou com decoração temática, músicas típicas, brincadeiras, apresentações e uma variedade de comidas tradicionais das festas juninas, proporcionando momentos de lazer e integração para as famílias atendidas pela entidade.
Mais do que uma celebração cultural, o arraiá teve como objetivo promover a convivência entre as crianças, fortalecendo os laços de pertencimento e oferecendo experiências que contribuem para o desenvolvimento social e emocional dos participantes.
Atualmente, a Casa do Tiaminho atende cerca de 80 crianças em situação de vulnerabilidade social, oferecendo atividades educativas, esportivas, culturais e de reforço escolar no contraturno das aulas. Ao longo do ano, a instituição também promove eventos comemorativos que estimulam a participação das famílias e reforçam a importância da convivência comunitária.
Segundo a equipe da instituição, a Festa Junina é uma das atividades mais aguardadas pelas crianças, que participam da organização, das apresentações e das brincadeiras, vivenciando tradições da cultura popular brasileira em um ambiente de acolhimento e alegria.
Além do caráter festivo, a iniciativa reforça o compromisso da Casa do Tiaminho em proporcionar experiências que vão além do atendimento diário, contribuindo para a formação cidadã, a construção de memórias afetivas.
A celebração terminou em clima de animação e confraternização, reafirmando o papel da instituição como referência no atendimento social a crianças e adolescentes de Embu das Artes e na promoção de ações que unem educação, cultura e inclusão social.

Notícias
Uma noite entre taças, sabores e boas companhias na Granja Viana
Por Mônica Xavier
Há noites que são simplesmente um jantar. E há aquelas em que a mesa se transforma em ponto de encontro, o vinho vira assunto, a gastronomia ganha novos significados e, quando percebemos, já estamos vivendo uma experiência daquelas que merecem ser compartilhadas.
Foi assim a noite da última Petite Confraria, realizada no Chez María Bistrô, na Granja Viana, sob o comando da sommelière Paula Porci, criadora da Confraria das Granjeiras.
E eu fui sem o marido! Desta vez, a companhia ficou por conta de algumas amigas que já fazem parte daquelas mesas que encontro habitualmente nos eventos da Confraria das Granjeiras. Ou seja: o vinho era diferente, o formato era outro, mas a sensação de reencontrar pessoas queridas estava garantida.
A noite estava especialmente agradável. As janelas abertas deixavam entrar o ar fresco, a temperatura colaborava e, para completar o cenário, ainda tivemos uma lua daquelas que parecem participar discretamente da programação. Tudo isso somado a uma boa mesa, boa conversa e, claro, bons vinhos.
Da Confraria das Granjeiras para uma experiência mais intimista
Para quem ainda não conhece o trabalho de Paula Porci, vale prestar atenção.
Sommelière, consultora, palestrante, colunista de bebidas e juíza de vinhos, Paula é a idealizadora e fundadora da Confraria das Granjeiras, criada para reunir mulheres apaixonadas por vinho e, principalmente, por boas experiências.
A Confraria cresceu, ganhou força e se tornou uma verdadeira comunidade de mulheres. Hoje, seus encontros são muito mais do que degustações: são momentos de convivência, aprendizado, networking, amizade e celebração.
E foi justamente pensando em criar experiências diferentes que surgiram as Petite Confrarias.
Menores e mais intimistas que os grandes encontros da Confraria das Granjeiras, elas acontecem em restaurantes da região da Granja Viana e têm uma característica interessante: desta vez, homens também são muito bem-vindos à mesa.
É uma proposta mais próxima, quase como reunir um grupo de amigos para uma noite especial, só que com a curadoria de quem entende muito de vinho.
Uma noite dedicada à Casa Almeida Barreto
Nesta edição, os protagonistas das taças foram os vinhos da Casa Almeida Barreto, vinícola paulista localizada em Espírito Santo do Pinhal, na Serra da Mantiqueira.
E não era uma vinícola qualquer que estava chegando à nossa mesa.
À frente do projeto está Gabriel Almeida Barreto, que trocou a advocacia pelo universo do vinho e buscou formação em importantes regiões produtoras da Europa, como Bordeaux, na França, e o Douro, em Portugal.
A vinícola vem chamando atenção no cenário nacional e acaba de viver um daqueles momentos que deixam qualquer amante de vinho orgulhoso do que é produzido no Brasil: em 2026, a Casa Almeida Barreto foi eleita Vinícola Brasileira do Ano pelo Guia Descorchados, enquanto seu Paralelas Cabernet Franc 2024 recebeu o título de Melhor Vinho Tinto do Brasil, com 94 pontos.
Produzidos em uma região de altitude da Serra da Mantiqueira, os vinhos da Casa Almeida Barreto carregam justamente algumas características que vêm colocando o terroir brasileiro no radar dos apreciadores: frescor, elegância, personalidade e identidade.
E quem melhor para nos apresentar tudo isso do que o próprio enólogo?
Gabriel Almeida Barreto esteve presente durante o jantar, conduzindo a apresentação dos vinhos e compartilhando um pouco da história e das particularidades de cada rótulo.
Ao longo da noite, quatro vinhos acompanharam o jantar harmonizado preparado pelo Chez María Bistrô, criando aquela deliciosa brincadeira entre aromas, sabores e descobertas que só uma boa harmonização consegue proporcionar.
Mais do que vinho, encontros
Mas talvez essa seja justamente a grande sacada das experiências criadas por Paula Porci.
Porque, no fim das contas, ninguém sai de uma noite dessas falando apenas sobre vinho.
A gente fala sobre a vida.
Sobre negócios, viagens, restaurantes, filhos, projetos, histórias, planos e, inevitavelmente, sobre aquela amiga que não víamos há algum tempo.
O vinho entra como protagonista, mas a experiência acontece ao redor da mesa.
E Paula parece entender muito bem isso.
Seu trabalho à frente da Confraria das Granjeiras mostra que criar encontros também é uma forma de criar conexões. E talvez seja por isso que a Confraria tenha conquistado tantas mulheres e continue crescendo: porque existe ali algo que vai muito além da taça.
Existe pertencimento.
As Petite Confrarias seguem justamente por esse caminho, proporcionando encontros menores, mais próximos e cheios de personalidade, sempre com a combinação que costuma dar muito certo: boa gastronomia, bons vinhos e gente interessante.
E se depender de mim, podem continuar acontecendo.
Afinal, algumas noites merecem mesmo ser brindadas.
📸 Foto de capa: Fábio Estevão
Siga e conheça:
@confrariadasgranjeiras
@casaalmeidabarreto
@chezmariabistro
@o_fabio.estevao
Moda
Vestindo Quem Você É
A moda passa, seu estilo fica.
Olá! Eu sou Mônica Xavier e, a partir de agora, a gente vai ter um encontro marcado por aqui. Me conta: quem é você?
Eu sou apaixonada por moda, mas confesso que gosto ainda mais de falar sobre mulheres. Sobre as transformações que vivemos, sobre a imagem que construímos e sobre como nossas roupas podem contar, ou até esconder , a história de quem somos.
Atuo há mais de nove anos com imagem e estilo, carreira que descobri na maturidade, ajudando mulheres a entenderem melhor seu próprio estilo, fazerem escolhas mais conscientes e, principalmente, a se reconhecerem novamente diante do espelho.
E é justamente esse o propósito desta coluna.
Aqui, moda não será apenas sobre o que está nas vitrines ou nas passarelas. Vamos falar sobre tendências, sim, mas também sobre comportamento, estilo pessoal, imagem, consumo consciente, combinações possíveis e, principalmente, sobre como levar a moda para a vida real.
Porque uma tendência pode ser linda na passarela e não fazer o menor sentido para você. E tudo bem!
Você não precisa usar tudo o que está na moda para estar bem-vestida. Aliás, talvez uma das maiores descobertas que uma mulher possa fazer seja perceber que ter estilo não significa ter muitas roupas, seguir todas as tendências ou gastar muito dinheiro. Significa saber quem você é e fazer escolhas que tenham a ver com você.
E isso muda com o tempo.
A mulher que você era aos 30 pode não ser a mesma aos 40, 50, 60… e ainda bem! Nosso corpo muda, nossa rotina muda, nossos desejos mudam, nossa vida muda.
Por que o nosso armário deveria permanecer exatamente igual?
Talvez você tenha peças guardadas que já não representam mais quem você é. Talvez esteja comprando roupas para uma versão de você que gostaria de ser, mas que não corresponde à sua vida real. Ou talvez simplesmente tenha um armário cheio e continue repetindo todos os dias: “Eu não tenho nada para vestir!”
É sobre essas situações, e tantas outras, que vamos conversar por aqui.
Quero que esta seja uma coluna leve, prática e sem regras impossíveis. Um espaço para descobrir que moda pode, sim, ser divertida, mas também pode ser uma ferramenta de expressão, autoestima, comunicação e até transformação.
Porque, para mim, roupa nunca foi apenas roupa.
É uma das primeiras mensagens que transmitimos ao mundo antes mesmo de dizer uma palavra.
E, se vamos falar de moda por aqui, quero que seja assim: com informação, mas também com propósito; com tendência, mas sem escravidão; com estilo, mas sem fórmulas prontas.
Afinal, a moda passa.
Mas a mulher que você é continua sendo a melhor referência para decidir o que merece entrar no seu armário.
Seja bem-vinda à nossa conversa. É um espaço seu também, e quero te ouvir. Sempre.
Notícias
Ludopatia adoece famílias inteiras, alerta a psicóloga Gleice Cristina Salteiro
Referência no tratamento do vício em apostas digitais e à frente do Instituto Vencendo o Jogo, a especialista defende que o acolhimento aos familiares é tão decisivo quanto o cuidado ao apostador.
“Enganei toda a minha família. Desviei dinheiro da empresa do meu pai, vendi minha casa para jogar e cheguei a pensar em tirar minha própria vida.” O relato do empresário André Rolim, dado à CPI das Bets no Senado, traduz em poucas frases o que os números já anunciavam em escala nacional. Cerca de 25,2 milhões de brasileiros apostaram em casas reguladas em 2025, e estimativa da UNIFESP aponta que aproximadamente 11 milhões já apresentam algum grau de uso problemático das apostas. Por trás de cada apostador, porém, existe uma casa inteira que adoece junto.
A ludopatia raramente pesa apenas sobre quem joga. Quando alguém entra no ciclo compulsivo das apostas digitais, o abalo alcança de imediato o círculo mais próximo e converte lares em territórios de tensão, desconfiança e sofrimento. Ainda que o olhar externo costume recair sobre o rombo financeiro, o estrago mais grave se instala em silêncio e corrói aos poucos a saúde mental de cônjuges, filhos e demais familiares. Não à toa, especialistas já tratam o fenômeno como questão de saúde pública, associada à ansiedade, à depressão e ao aumento do risco de suicídio.
É esse território pouco visível que orienta o trabalho da psicóloga Gleice Cristina Salteiro, referência no tratamento da ludopatia e à frente do Instituto Vencendo o Jogo do Vício em Apostas Digitais. Para ela, conviver com a dependência mantém a família em estado de alerta permanente. Mentiras sobre o destino do dinheiro, contas bloqueadas sem aviso, empréstimos ocultos e a ameaça de ruína compõem um cenário que se renova a cada dia. Não raro, parceiros e pais de dependentes passam a apresentar quadros severos de ansiedade, depressão e esgotamento, tomados por uma impotência diante de uma compulsão que parece invisível, mas que dissolve a harmonia doméstica.

Segundo a especialista, o resgate da dinâmica familiar figura entre os pilares do tratamento, e a recuperação só avança quando abarca todo o ecossistema que envolve o paciente.
“O vício em apostas isola a família em um mar de culpa e silêncio. No consultório e no trabalho desenvolvido pelo Instituto, percebemos que o acolhimento aos familiares é tão vital quanto o atendimento ao próprio apostador, pois a reestruturação dos limites e a cura emocional caminham juntas”, explica Gleice Cristina Salteiro.
É desse princípio que nasce o programa Famílias que Curam, frente psicoeducativa do Instituto voltada a orientar parentes e reconstruir vínculos, comunicação e recursos emocionais para enfrentar a recuperação. Com metodologia própria reconhecida pelo INPI e atendimento sigiloso, online para todo o Brasil e presencial em Presidente Prudente e região, o Instituto Vencendo o Jogo trabalha sob a premissa de que ninguém precisa vencer isso sozinho.

Reconhecer o sofrimento invisível que atravessa a casa é o primeiro passo para interromper o ciclo. Tratar a ludopatia, nesse entendimento, deixa de ser tarefa individual e se torna esforço coletivo, no qual restaurar os vínculos afetivos importa tanto quanto conter o impulso de apostar. Quem identificou algum desses sinais, em si ou em alguém próximo, encontra caminhos de acolhimento no site https://institutovencendoojogo.com.br/ e nos canais de atendimento da psicóloga Gleice Salteiro (CRP 06/48132).
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