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Cultura

Não precisa ser perfeita para viver. Precisa ser inteira.

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Em um mundo obcecado pela perfeição, onde as telas digitais exibem vidas que parecem impecáveis, surge uma verdade importante: a beleza da vida não está em ser perfeito, mas sim, na coragem de aceitar quem somos por completo.
A ideia de perfeição nos acompanha todos os dias. Somos bombardeados por imagens retocadas, histórias modificadas e expectativas que parecem impossíveis de alcançar. Buscamos incansavelmente um ideal que nunca conseguimos atingir, como se a felicidade dependesse de não termos falhas.
Mas o que acontece quando mudamos essa perspectiva? Quando compreendemos que ser inteiro é mais valioso do que ser perfeito? Psicólogos e os especialistas em saúde mental têm alertado sobre os danos causados por conta da busca incessante pela perfeição. A ansiedade, a depressão e a baixa autoestima muitas vezes são consequências dessa pressão que sentimos, tanto de nós mesmos quanto do mundo ao nosso redor.
Mas você já parou para refletir, que a verdadeira força está em aceitar nossas imperfeições, nossas partes quebradas? Assim como na arte japonesa do Kintsugi, onde cerâmicas quebradas são restauradas com ouro, valorizando as cicatrizes e transformando-as em parte da história e beleza do objeto. As partes quebradas que reconstruímos com dedicação, paciência e sabedoria podem se tornar nossos pontos mais fortes. Afinal nossas imperfeições são testemunhas da jornada que vivemos.
Ao aceitarmos nossas feridas emocionais, cicatrizes e imperfeições, nos tornamos mais compreensivos conosco e com as pessoas ao nosso redor. Isso não significa que devemos parar de buscar nosso crescimento, mas sim que o verdadeiro desenvolvimento acontece quando aceitamos quem realmente somos.
As vivências que nos fragmentam, quando confrontadas e superadas, acrescentam camadas de sabedoria e determinação a nossa trajetória. Cada cicatriz transforma-se em um lembrete visível de nossa capacidade de superar e evoluir.
Viver integralmente significa reconhecer todos os aspectos do ser, as qualidades e os defeitos, as conquistas e os fracassos, as certezas e as dúvidas. É um convite para abandonar a máscara da perfeição e apresentar-se ao mundo com autenticidade.
No final das contas, o que nos torna verdadeiramente humanos não é a ausência de falhas, mas a capacidade de nos mantermos inteiros, mesmo quando estamos quebrados.

Renata Job
Escritora/Cronista
Graduada em Direito, especialista em Gestão de Pessoas,
Psicologia da Ciência Política, Professora Universitária e
Coordenadora de CRAS/CREAS de Cotia

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Cultura

Nova obra de Mentor Francisco Tchinjumbila, “A Palavra Proibida”, foi destaque em setembro no Hotel Continental, em Luanda

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Mentor Francisco Tchinjumbila

O formador institucional, palestrante, académico, escritor e consultor angolano Mentor Francisco Tchinjumbila, que tem se destacado no mercado angolano nas áreas de comunicação, oratória e liderança estratégica, lançou, no dia 27 de setembro, em Luanda, a sua mais recente obra literária, “A Palavra Proibida — Manual Estratégico de Oratória para Líderes”, produzida pela AMMA Editora.

O lançamento aconteceu às 14 horas, no Hotel Continental, em Luanda, e reuniu empresários, funcionários públicos e profissionais de diferentes instituições dos sectores público e privado, em um momento dedicado à literatura, comunicação e liderança.

A obra propõe uma reflexão sobre o poder da palavra no exercício da liderança e desenvolve três eixos centrais: posicionamento, persuasão e sedução, esta última entendida pelo autor como uma forma de estabelecer conexão e influência por meio da comunicação.

Sob a premissa “Nem tudo se responde, nem tudo se revela, nem tudo se expõe”, o livro aborda a importância de saber comunicar, posicionar ideias e reconhecer os momentos adequados para falar e permanecer em silêncio.

Com experiência na formação e capacitação de profissionais de instituições públicas e privadas, Francisco Tchinjumbila tem construído o seu percurso profissional em torno da comunicação de alta performance, da oratória e da liderança estratégica.

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Lançamento da obra “A Palavra Proibida”, no Hotel Continental, em Luanda,

Produzida pela AMMA Editora, “A Palavra Proibida” dá continuidade à produção literária do autor, que anteriormente publicou “Do Caos à Liderança Estratégica”.

Com a nova obra, Francisco Tchinjumbila propõe uma abordagem estratégica sobre a comunicação na liderança contemporânea, destacando que comunicar eficazmente exige não apenas saber falar, mas também compreender o que dizer, como dizer e quando dizer.

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Cultura

Rodrigo Anjos brilha em “A Margem da Boca”, sob a direção magistral de Pérola Guimarães

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O ator Rodrigo Anjos integra o elenco do filme A Margem da Boca, uma produção marcada pela força artística, pela diversidade de talentos e pelo compromisso com o cinema brasileiro. Na obra, dirigida com sensibilidade, firmeza e olhar autoral pela brilhante diretora e atriz Pérola Guimarães, Rodrigo interpreta um jornalista e contracena diretamente com a talentosa atriz Angie Rodrigues.

O projeto contou ainda com a concepção e a supervisão geral da estrela da televisão brasileira Nicole Puzzi, ao lado dos emblemáticos Diogo Gomes dos Santos e Joseane Alfer, reunindo nomes de grande relevância em uma experiência cinematográfica potente e transformadora.

O filme nasceu a partir do curso “Cinema da Boca, por Quem Fez a Boca”, realizado pela SP Escola de Teatro, iniciativa que valoriza a memória, a criação e a resistência do cinema brasileiro. Para Rodrigo Anjos, essa produção representa um momento especial: foi seu primeiro filme realizado em São Paulo, cidade que, apesar dos desafios diários, vem abrindo caminhos para sua trajetória artística.

Com uma carreira construída por meio de dedicação e persistência, Rodrigo já participou de mais de dez produções no Nordeste, passando por estados como Bahia, Sergipe e Alagoas. Segundo o ator, conquistar espaço no cinema paulista pode ser ainda mais difícil do que em sua região de origem. Mesmo assim, ele segue firme, acreditando que São Paulo poderá lhe oferecer novas oportunidades e a realização de seus sonhos.

À frente desse trabalho, Pérola Guimarães se destaca não apenas como diretora e atriz, mas como uma artista de presença marcante, capaz de conduzir a narrativa com inteligência, sensibilidade e personalidade. Sua direção imprime identidade ao filme e revela a força de uma profissional que transforma desafios em linguagem, encontros em arte e histórias em experiências inesquecíveis.

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Em A Margem da Boca, Rodrigo Anjos reafirma seu talento e sua determinação, enquanto Pérola Guimarães confirma seu lugar como uma das vozes expressivas e promissoras do cinema contemporâneo. Uma obra que celebra a arte, a resistência e a coragem de quem continua lutando para fazer do sonho uma realidade.

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Cultura

Mentor Francisco Tchinjumbila prepara lançamento de sua nova obra “A Palavra Proibida”

“A Palavra Proibida – Manual Estratégico de Oratória para Líderes” chega ao público em setembro e aborda o uso da comunicação como ferramenta de influência e liderança

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Mentor Francisco Tchinjumbila

O escritor e mentor Francisco Tchinjumbila prepara o lançamento de sua segunda obra literária, “A Palavra Proibida – Manual Estratégico de Oratória para Líderes”. O evento acontece no dia 27 de setembro, às 14h, no Hotel Continental, em Luanda.

Especialista em Comunicação Assertiva de Alta Performance e Consultor de Liderança Estratégica, Tchinjumbila apresenta no novo livro uma abordagem voltada ao papel da comunicação na construção de lideranças capazes de influenciar, persuadir e gerar impacto.

A obra é estruturada a partir de três conceitos centrais: Posicionamento, Persuasão e Sedução. A proposta é discutir como o domínio da palavra pode contribuir para o desempenho de líderes e profissionais em diferentes contextos, especialmente na tomada de decisões, na transmissão de ideias e na capacidade de mobilizar pessoas.

Capa “A Palavra Proibida – Manual Estratégico de Oratória para Líderes”

O lançamento acontece após a repercussão de seu primeiro livro, “Do Caos à Liderança Estratégica”. Segundo informações divulgadas pelo próprio autor, a publicação ultrapassou 5 mil exemplares vendidos em sete meses, resultado que marcou sua entrada no mercado editorial e abriu caminho para o novo projeto.

Além da atuação como escritor, Francisco Tchinjumbila é fundador do Projecto Comunicar Para Liderar e desenvolve trabalhos voltados à formação e capacitação de profissionais. De acordo com dados apresentados pelo mentor, mais de 5 mil líderes foram formados por ele até 2026, em iniciativas direcionadas ao desenvolvimento de competências de liderança, comunicação e desempenho profissional.

Com “A Palavra Proibida”, o autor amplia a discussão iniciada em sua primeira publicação e direciona o foco para a oratória como uma ferramenta estratégica. O conteúdo é destinado a líderes, gestores, empreendedores, profissionais e estudantes, além de pessoas interessadas em aprimorar a maneira como se comunicam e exercem influência.

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A nova publicação também reforça a atuação de Tchinjumbila no campo do desenvolvimento humano e organizacional, conectando sua experiência como formador à produção literária.

O lançamento em Luanda marca, assim, uma nova etapa da trajetória do escritor, que volta ao mercado editorial com uma obra dedicada a um dos elementos centrais da liderança, a capacidade de transformar conhecimento em comunicação e comunicação em influência.

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